Bela a Feia

Bela, a Feia é uma telenovela brasileira produzida e exibida pela RecordTV entre 4 de agosto de 2009 e 2 de junho de 2010, em 217 capítulos às oito e meia da noite e, posteriormente, às dez da noite, substituindo Promessas de Amor e antecedendo Ribeirão do Tempo. É a última telenovela exibidas como “novela das oito” naquela fase, uma vez a trama foi transferida para as 22h30 após o fim de Poder Paralelo em 2 março de 2010 e o horário das 20h30 extinto na época. Está sendo reexibida desde 12 de novembro de 2018, substituindo Luz do Sol às 15h no primeiro horário de reprises. Foi baseada na telenovela colombiana Betty, A Feia, escrita originalmente por Fernando Gaitán, tendo a versão brasileira adaptada por Gisele Joras com a colaboração de Alessandra Colasanti, Ana Clara Santiago, Denise Crispun, Emilio Boechat e Rodrigo Nogueira, supervisão de texto de Luiz Carlos Maciel, sob direção de Edson Spinello, Leonardo Miranda e Rudi Lagemann e direção geral de Edson Spinello. Bruno Ferrari e Iran Malfitano venceram o Troféu Internet como Melhor Ator e Melhor Vilão, respectivamente, enquanto Bárbara Borges foi indicada como Melhor Atriz no Prêmio Extra e no Prêmio Contigo! Giselle Itié interpretou a protagonista Bela, uma moça inteligente e pós-graduada que não consegue emprego por ser considerada feia segundo os padrões de beleza tradicionais, aceitando um cargo de secretária para poder ajudar a família. Bruno Ferrari, Iran Malfitano, Carla Cabral, Silvia Pfeifer, Jonas Bloch, Bárbara Borges, Laila Zaid e Simone Spoladore nos demais papéis principais.

Enredo: Bela (Gisele Itié) é uma jovem competente e esforçada, que tem boa formação acadêmica, mas não consegue emprego por ter uma aparência considerada feia. Na infância Bela formava uma dupla humorística com Dinho (Thierry Figueira), no qual sua feiura era sempre o motivo dos deboches e das piadas, sendo empresariados pelo pai do garoto, Ataufo (André Mattos). Os dois fugiram com o dinheiro que recebiam dos shows e passaram toda a vida dando golpe nas pessoas e evitando a prisão com diversos disfarces e identidades diferentes. Ela mora na Gamboa, no Rio de Janeiro, junto com seu pai Clemente (Benvindo Sequeira) e seus irmãos Max (Sérgio Hondjakoff) e Elvira (Bárbara Borges) – uma cabeleireira barraqueira que trabalha no salão de seu tio, Haroldo (João Camargo). Ela vive em uma guerra cômica com sua rival, Magdalena (Laila Zaid), que também é cabeleireira no local e as duas passam os dias se sabotando para provar quem é a melhor profissional. Enquanto Bela e Elvira são filhas da falecida mulher de Clemente, Max é filho de um romance anterior com Samantha (Luíza Tomé), uma mulher que mora em Copacabana e despreza o filho, sendo casada com o mulherengo Armando (Raul Gazolla) e tendo como filha Ludmila (Marcela Barrozo), uma menina que tem horror à pobreza. Bela consegue um emprego na agência de publicidade +/Brasil e se torna secretária do presidente, Rodrigo (Bruno Ferrari), se apaixonando por ele assim que o conhece, recebendo ainda o desprezo dos demais funcionários por sua aparência. O publicitário é filho do dono da emprega, Ricardo (Jonas Bloch), e tem um grande ressentimento pela mãe, Vera (Sílvia Pfeifer), por acreditar ter sido abandonado por ela quando tinha 4 anos. Ela, na verdade, não mora fora do país, mas sim está está sendo mantida cárcere privado em uma casa de campo por 25 anos por Ricardo, que ameaça revelar um grave segredo do passado caso ela resolva retornar. Rodrigo é noivo da arrogante Cíntia (Carla Cabral), que maltrata a governanta do rapaz, Olga (Ângela Leal), por ela encobrir as traições do rapaz, sem saber que a empregada é sua verdadeira mãe. A maior provação de Rodrigo é o calculista Adriano (Iran Malfitano), vice-presidente que sonha um dia tomar seu posto na liderança da +/Brasil e planeja cada passo para derrubá-lo e mostrar que o rapaz é incompetente, estando lá apenas por ser filho do dono. Na empresa ainda trabalha Diogo (Sérgio Menezes), que mora com Diego (Daniel Erthal), um rapaz que não entende bem sua sexualidade ainda e tem um caso com uma mulher mais velha que o sustenta, embora se sinta atraído pelo companheiro de apartamento. Diego tem medo de aceitar para si mesmo que se sente apaixonado por outro homem, embora Diogo sempre tenha deixado claro que está pronto para ter uma relação com ele quando ele entender sua sexualidade. A outra secretária do local, a ardilosa Verônica (Simone Spoladore), faz de tudo para sobressair-se e conta com a aliança de Adriano e Cíntia para conseguir subir dentro da empresa e conseguir um posto de destaque. Ao passar do tempo Rodrigo fica cada vez mais próximo de Bela e acaba se apaixonando por também, independente da aparência, porém o romance é atrapalhado por Verônica, que cria uma armadilha para matar a moça a pedido de Cíntia. Apesar de todos acreditarem que Bela morreu realmente, ela é salva por Vera, que decide transformar sua aparência para que ela se torne uma mulher bonita e volte à empresa irreconhecível sob o pseudônimo de Valentina, representando suas ações diretamente na presidência e se vingando daqueles que a desprezaram antes de contar sua verdadeira identidade.
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